Oi meus amores

Bem, tô sumida pois estou na semana da SAC (semana cultural) e ainda sou líder, é muita coisa na minha cabeça… Mas não acaba por ai, quinta tenho semana de prova e são QUATRO por dia, to pra morrer, mas depois disso já estou praticamente livre, já que acho que passei na maioria das matérias antes do quarto bimestre… Ai entro e posto tudo que estou devendo, okay? Beijos e até daqui mais ou menos 15 dias

Amo vocês,

Gabi.

Imagine - Niall Horan
Pedido: “Jess faz um imagine que a s/n é professora, dai o aluno dela chama ela de gostosa, depois ela conta pro niall e ele fica muito puto. Ela e o niall são casados!”
————————————————————————————————

Estacionei o carro no pátio de trás e segui até os corredores do colégio. Fui cumprimentada por alguns alunos e praticamente corri até a sala destinada aos professores. Lá estavam as professoras de História e Matemática, eu era a de Química. Conversamos um pouco enquanto nos preparávamos para dar nossas aulas depois do intervalo. Estava guardando minhas coisas na bolsa para sair da sala quando meu celular toca.
- Oi amor. – Disse ao ver quem era. Meu marido.
- Hey, senhora Horan. – Ele disse animado. – Saiu e nem comeu o que eu preparei pra você.
- Desculpe, querido. – Sorri lembrando-me do belo café da manhã que ela havia deixado pronto antes de trabalhar. – Mas como você sabe que eu não comi se está trabalhando?
- Liguei para a babá dos meninos e ela me disse que você só olhou, sorriu e saiu às pressas.
- Eu estava atrasada, mas quando eu voltar prometo que como tudo. - Comer de noite o café da manhã? – Riu.
- É, ué. Não há problema, Niall. – Coloquei a bolsa e saí em direção à sala de aula após o sinal tocar. – Agora eu terei que ir dar aula. Bom trabalho pra você, amor.
- Pra você também e como eu sempre digo, cuidado com esses alunos tarados do segundo ano. – Eu já podia imaginar sua cara feia.
- Tudo bem, Niall. Eu te amo.
- Eu também te amo.
Desliguei o celular assim que cheguei na sala e esperei até que todos entrassem também. Alguns meninos estavam no banho por conta do futebol que jogaram no intervalo, as meninas ainda conversavam sobre a fofoca que não conseguiram terminar. Depois de um tempo, não consegui mais esperar, pois já havia perdido metade da aula.
- Todos estão aqui, certo? – Perguntei após ver a maioria chegar. - Falta o Gregory. – Uma menina disse.
- E o Will. – Outra completou. Certamente eles eram os namorados delas. Aqui é assim mesmo.
- Tudo bem, vou começar a aula e depois eles pegam os assuntos com vocês.
Comecei a anotar o conteúdo no quadro e expliquei boa parte dele, várias perguntas foram feitas e eu tive que voltar em alguns assuntos para tirar dúvidas necessárias para o entendimento desse conteúdeo que eu acabara de explicar. Quando estava finalizando a aula, os dois rapazes chegaram.
- Coloquei falta em vocês. – Eu disse séria olhando a relação de alunos presentes.
- Ih cara, esquecemos que era a aula da professora gostosa. – O tal do Gregory disse rindo batendo no braço do Will.
- Que bosta. – O amigo respondeu. - Ficamos lá fora matando aula enquanto perdíamos a melhor professora do planeta apagando o quadro.
- Dá pra vocês respeitarem a professora? – Uma das meninas que falara dele anteriormente falou. Eu estava envergonhada, completamente sem graça. Niall tinha razão, esses meninos dessa sala são completamente desrespeitadores.
- Os dois para a diretoria. – Eu disse irritada. – Estão expulsos, pelo menos da minha aula, por três semanas. – Eu esbravejei apontando para fora, peguei minhas coisas e saí da sala junto com eles.
- Desculpa, professora. – Gregory disse culpado quando chegamos em frente à porta da coordenação geral da escola.
- Resolva-se com a diretora. – Eu disse, entrei na diretoria, falei com a senhora simpática e saí soltando fogo para todos os lados. Fui direto para casa, eu sentia a necessidade de contar para o Niall, só não sabia como. Ele vai ficar muito bravo.
Fui para o carro e segui para casa, mas antes decidi passar numa loja de doces para comprar chocolate para Niall. Talvez se comesse chocolate antes e depois do que tinha para dizê-lo ele não se irritasse tanto.
- Alguém? – Gritei ao abrir a porta de casa.
- Mamãe! – Meu filho mais velho correu até mim.
- Hey. – Beijei-o na testa e caminhei até a cozinha procurando por Niall. – Seu pai já chegou?
- Sim. Está dando banho no Matt.
- Por isso que estou sentindo esse cheiro de perfume. – Ri olhando para o meu menino feliz. – É seu esse cheiro? – Falei alto agarrando-o e enchendo-o de cócegas. Ryan gargalhava enquanto tentava, inutilmente, tirar minhas mãos de seu corpo. – Está maravilhoso. – Beijei seu pescoço. – Vamos atrás de seu pai. – Segurei sua mão e fomos até o banheiro, onde Niall enxugava Matt.
- Já chegou? – Disse surpreso após receber um selinho meu.
- Obviamente. Ainda não criaram projeções minhas. – Ri beijando os cabelos do pequeno Matt. Antes de entrar em casa eu estava tão nervosa, e agora aqui, com eles, eu esqueci de toda apreensão e de como diria a Niall sobre o meu aluno desrespeitoso. - Trouxe chocolate pra você.
- Pelo jeito hoje o dia foi bom, ganhei até chocolate. – Falou saindo com Matt no colo.
- É… Depois a gente conversa sobre isso. – Cocei a nuca e saí com Ryan até a cozinha novamente.
 Preparei seu lanche e fiquei por lá mesmo arquitetando um modo melhor de contar a Niall sobre o acontecido mais cedo. Não demorou muito para ele aparecer com nosso filho mais novo, Niall deixou Matt brincando ao lado de Ryan que comia enquanto olhava atenciosamente a TV, parecia nem ter notado seu irmão. Meu marido aproximou-se de mim me olhando detalhadamente, como se medisse todas as minhas reações e expressões. Encostou-se na parede atrás de si e cruzou os braços.
- Fala logo. O que te fizeram?
 - C-como assim? – Virei-me para lavar o copo que estava bebendo água.
- Alguém te fez algo, eu estou achando que na realidade algum professor daquela escola de merda passou o dia te cantando e você não sabe como me contar.
 - Niall, calma…
 - Eu sei que é normal que vários homens fiquem interessados em você porque você é linda, mas eles têm que respeitar o fato de ser casada e quando isso não acontece, o correto é sair do emprego.
 - Está pedindo para que eu saia?
 - Primeiro conte o que aconteceu, dependendo da realidade…
 - Eu não acho justo você decidir isso por mim. – Olhei para meu marido que ainda permanecia na mesma posição.
 - E você acha correto uma mulher com dois filhos sendo tratada como uma adolescente no ápice da beleza em seu local de trabalho?
 - Olha, nenhum professor disse nada. – Afirmei e vi Niall ficar ainda mais vermelho, estreitar os olhos e deitar a cabeça um pouco para o lado, na intenção de entender o que eu dizia. – Foi… Um… Foi um aluno. – Encarei o chão completamente envergonhada.
 -  EU NÃO TE DISSE? SABIA QUE ISSO IA ACONTECER! Uma hora isso ia acontecer! Estava demorando. Esses filhos da puta não respeitam professor, deveriam, mas não respeitam. – Esbravejou irritado, eu diria que estava em estado de fúria, caso o Will ou o Gregory estivesse aqui com certeza não estariam com os sentidos corretos. – Querida, por favor, saia dessa escola. – Segurou meus dois braços com cada uma de suas mãos. – Por nossos filhos.
 - Eles não têm nada a ver. – Rebati.
 - Claro que tem! O que acha que vão pensar de uma mãe que recebe cantada de alunos na sala e permanece dando-se ao desfrute?
 - Niall, pare com isso.
 - O que eles te disseram? Ou ele, não sei…
 - Disseram que sou… Bem, que sou…
 - Gostosa?
 - Isso.
 - Só não vou nessa escola amanhã e acabo com esses alunos porque eu não quero prejudicar você e consequentemente estaria prejudicando o Ryan e o Matt.
 - E você também. Quer ser preso?
 - Não me importa.
 - Fique calmo, amor. – Toquei seu rosto fazendo carinho e beijei sua boca.
 - Saia dessa escola. Eu não vou suportar te deixar ir amanhã para aquela espelunca. Aquele criadouro de maus elementos. – Eu podia ver a raiva presente em cada palavra de Niall. Resolvi acatar a vontade dele.
 - Tudo bem. Eu sairei.
 - Mesmo?
 - Sim. – Sorri passando-o segurança.
 - Ufa! – Abraçou-me. – Você não sabe o quanto me faz feliz. – Riu aliviado.  – Com o seu talento para ensinar, tenho certeza que em breve arranjará algo muito melhor e eu vou te ajudar nisso, meu amor. – Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou devagar.
 - Mãe. – Ryan chamou. – O Matt fez cocô na sala.
 - Ah, não! – Niall lamentou. – Acabei de dar banho nesse safado. – Pôs a mão na cabeça fazendo-me rir.
 - Deixa que eu limpo ele. – Falei beijando sua bochecha e quando ia sair, Niall segurou meu braço.
 - Muito obrigado. Você não sabe o quanto me faz feliz.
 - A sua felicidade é a minha.
 - E a minha é a sua, portanto se você acha ruim sair, eu prefiro que…
 - Eu estou feliz também. Me sinto livre. Amanhã eu me demito. – Recebi mais um beijo e um último sorriso sincero antes de sair em busca do sujinho Matt. Acabei descobrindo que sair daquela escola seria o melhor pra mim e para o meu casamento. Sem dúvidas eu não iria confrontar meu marido por causa de dois alunos idiotas. Niall quer meu bem e eu o dele, disso não havia questionamentos.

Imagine - Niall Horan

Pedido: Jess faz um imagine que a s/n é professora, dai o aluno dela chama ela de gostosa, depois ela conta pro niall e ele fica muito puto. Ela e o niall são casados!”

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Estacionei o carro no pátio de trás e segui até os corredores do colégio. Fui cumprimentada por alguns alunos e praticamente corri até a sala destinada aos professores. Lá estavam as professoras de História e Matemática, eu era a de Química. Conversamos um pouco enquanto nos preparávamos para dar nossas aulas depois do intervalo. Estava guardando minhas coisas na bolsa para sair da sala quando meu celular toca.

- Oi amor. – Disse ao ver quem era. Meu marido.

- Hey, senhora Horan. – Ele disse animado. – Saiu e nem comeu o que eu preparei pra você.

- Desculpe, querido. – Sorri lembrando-me do belo café da manhã que ela havia deixado pronto antes de trabalhar. – Mas como você sabe que eu não comi se está trabalhando?

- Liguei para a babá dos meninos e ela me disse que você só olhou, sorriu e saiu às pressas.

- Eu estava atrasada, mas quando eu voltar prometo que como tudo.

- Comer de noite o café da manhã? – Riu.

- É, ué. Não há problema, Niall. – Coloquei a bolsa e saí em direção à sala de aula após o sinal tocar. – Agora eu terei que ir dar aula. Bom trabalho pra você, amor.

- Pra você também e como eu sempre digo, cuidado com esses alunos tarados do segundo ano. – Eu já podia imaginar sua cara feia.

- Tudo bem, Niall. Eu te amo.

- Eu também te amo.

Desliguei o celular assim que cheguei na sala e esperei até que todos entrassem também. Alguns meninos estavam no banho por conta do futebol que jogaram no intervalo, as meninas ainda conversavam sobre a fofoca que não conseguiram terminar. Depois de um tempo, não consegui mais esperar, pois já havia perdido metade da aula.

- Todos estão aqui, certo? – Perguntei após ver a maioria chegar.

- Falta o Gregory. – Uma menina disse.

- E o Will. – Outra completou. Certamente eles eram os namorados delas. Aqui é assim mesmo.

- Tudo bem, vou começar a aula e depois eles pegam os assuntos com vocês.

Comecei a anotar o conteúdo no quadro e expliquei boa parte dele, várias perguntas foram feitas e eu tive que voltar em alguns assuntos para tirar dúvidas necessárias para o entendimento desse conteúdeo que eu acabara de explicar. Quando estava finalizando a aula, os dois rapazes chegaram.

- Coloquei falta em vocês. – Eu disse séria olhando a relação de alunos presentes.

- Ih cara, esquecemos que era a aula da professora gostosa. – O tal do Gregory disse rindo batendo no braço do Will.

- Que bosta. – O amigo respondeu. - Ficamos lá fora matando aula enquanto perdíamos a melhor professora do planeta apagando o quadro.

- Dá pra vocês respeitarem a professora? – Uma das meninas que falara dele anteriormente falou. Eu estava envergonhada, completamente sem graça. Niall tinha razão, esses meninos dessa sala são completamente desrespeitadores.

- Os dois para a diretoria. – Eu disse irritada. – Estão expulsos, pelo menos da minha aula, por três semanas. – Eu esbravejei apontando para fora, peguei minhas coisas e saí da sala junto com eles.

- Desculpa, professora. – Gregory disse culpado quando chegamos em frente à porta da coordenação geral da escola.

- Resolva-se com a diretora. – Eu disse, entrei na diretoria, falei com a senhora simpática e saí soltando fogo para todos os lados. Fui direto para casa, eu sentia a necessidade de contar para o Niall, só não sabia como. Ele vai ficar muito bravo.

Fui para o carro e segui para casa, mas antes decidi passar numa loja de doces para comprar chocolate para Niall. Talvez se comesse chocolate antes e depois do que tinha para dizê-lo ele não se irritasse tanto.

- Alguém? – Gritei ao abrir a porta de casa.

- Mamãe! – Meu filho mais velho correu até mim.

- Hey. – Beijei-o na testa e caminhei até a cozinha procurando por Niall. – Seu pai já chegou?

- Sim. Está dando banho no Matt.

- Por isso que estou sentindo esse cheiro de perfume. – Ri olhando para o meu menino feliz. – É seu esse cheiro? – Falei alto agarrando-o e enchendo-o de cócegas. Ryan gargalhava enquanto tentava, inutilmente, tirar minhas mãos de seu corpo. – Está maravilhoso. – Beijei seu pescoço. – Vamos atrás de seu pai. – Segurei sua mão e fomos até o banheiro, onde Niall enxugava Matt.

- Já chegou? – Disse surpreso após receber um selinho meu.

- Obviamente. Ainda não criaram projeções minhas. – Ri beijando os cabelos do pequeno Matt. Antes de entrar em casa eu estava tão nervosa, e agora aqui, com eles, eu esqueci de toda apreensão e de como diria a Niall sobre o meu aluno desrespeitoso. - Trouxe chocolate pra você.

- Pelo jeito hoje o dia foi bom, ganhei até chocolate. – Falou saindo com Matt no colo.

- É… Depois a gente conversa sobre isso. – Cocei a nuca e saí com Ryan até a cozinha novamente.

 Preparei seu lanche e fiquei por lá mesmo arquitetando um modo melhor de contar a Niall sobre o acontecido mais cedo. Não demorou muito para ele aparecer com nosso filho mais novo, Niall deixou Matt brincando ao lado de Ryan que comia enquanto olhava atenciosamente a TV, parecia nem ter notado seu irmão. Meu marido aproximou-se de mim me olhando detalhadamente, como se medisse todas as minhas reações e expressões. Encostou-se na parede atrás de si e cruzou os braços.

- Fala logo. O que te fizeram?

- C-como assim? – Virei-me para lavar o copo que estava bebendo água.

- Alguém te fez algo, eu estou achando que na realidade algum professor daquela escola de merda passou o dia te cantando e você não sabe como me contar.

- Niall, calma…

- Eu sei que é normal que vários homens fiquem interessados em você porque você é linda, mas eles têm que respeitar o fato de ser casada e quando isso não acontece, o correto é sair do emprego.

- Está pedindo para que eu saia?

- Primeiro conte o que aconteceu, dependendo da realidade…

- Eu não acho justo você decidir isso por mim. – Olhei para meu marido que ainda permanecia na mesma posição.

- E você acha correto uma mulher com dois filhos sendo tratada como uma adolescente no ápice da beleza em seu local de trabalho?

- Olha, nenhum professor disse nada. – Afirmei e vi Niall ficar ainda mais vermelho, estreitar os olhos e deitar a cabeça um pouco para o lado, na intenção de entender o que eu dizia. – Foi… Um… Foi um aluno. – Encarei o chão completamente envergonhada.

-  EU NÃO TE DISSE? SABIA QUE ISSO IA ACONTECER! Uma hora isso ia acontecer! Estava demorando. Esses filhos da puta não respeitam professor, deveriam, mas não respeitam. – Esbravejou irritado, eu diria que estava em estado de fúria, caso o Will ou o Gregory estivesse aqui com certeza não estariam com os sentidos corretos. – Querida, por favor, saia dessa escola. – Segurou meus dois braços com cada uma de suas mãos. – Por nossos filhos.

- Eles não têm nada a ver. – Rebati.

- Claro que tem! O que acha que vão pensar de uma mãe que recebe cantada de alunos na sala e permanece dando-se ao desfrute?

- Niall, pare com isso.

- O que eles te disseram? Ou ele, não sei…

- Disseram que sou… Bem, que sou…

- Gostosa?

- Isso.

- Só não vou nessa escola amanhã e acabo com esses alunos porque eu não quero prejudicar você e consequentemente estaria prejudicando o Ryan e o Matt.

- E você também. Quer ser preso?

- Não me importa.

- Fique calmo, amor. – Toquei seu rosto fazendo carinho e beijei sua boca.

- Saia dessa escola. Eu não vou suportar te deixar ir amanhã para aquela espelunca. Aquele criadouro de maus elementos. – Eu podia ver a raiva presente em cada palavra de Niall. Resolvi acatar a vontade dele.

- Tudo bem. Eu sairei.

- Mesmo?

- Sim. – Sorri passando-o segurança.

- Ufa! – Abraçou-me. – Você não sabe o quanto me faz feliz. – Riu aliviado.  – Com o seu talento para ensinar, tenho certeza que em breve arranjará algo muito melhor e eu vou te ajudar nisso, meu amor. – Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou devagar.

- Mãe. – Ryan chamou. – O Matt fez cocô na sala.

- Ah, não! – Niall lamentou. – Acabei de dar banho nesse safado. – Pôs a mão na cabeça fazendo-me rir.

- Deixa que eu limpo ele. – Falei beijando sua bochecha e quando ia sair, Niall segurou meu braço.

- Muito obrigado. Você não sabe o quanto me faz feliz.

- A sua felicidade é a minha.

- E a minha é a sua, portanto se você acha ruim sair, eu prefiro que…

- Eu estou feliz também. Me sinto livre. Amanhã eu me demito. – Recebi mais um beijo e um último sorriso sincero antes de sair em busca do sujinho Matt. Acabei descobrindo que sair daquela escola seria o melhor pra mim e para o meu casamento. Sem dúvidas eu não iria confrontar meu marido por causa de dois alunos idiotas. Niall quer meu bem e eu o dele, disso não havia questionamentos.

demsonstyles respondeu a sua foto“E só TC me faz ligada a vocês? :( #triste. ahsuahsuas Eu que agradeço…”

Aaaah mozãoooo, vc voltou. Deus ouviu minhas preces!!! <3 Não é só tc que nos liga a vc, mas foi por tc que eu amei a sua pessoa e tc que me deu coragem pra “falar” contigo.. :)

———————————————————————————

Volteeei sim <3 ashasuas Como se eu fosse uma ogra pra você ter que criar coragem pra falar comigo! kkkkk Rum. Mas tudo bem.. Você me ama? Awnnnn, me abraça! É só por causa de TC né? Iludida mode on. ashaushas

/jess

Cara, você é de onde? Eu também estudo em IF \o/ Sou do IFBA, da Bahia, Campus Valença e você? Cara isso é perfeito, e raro tbm!
Anônimo

kkkkkkkk pois é, raro mesmo. Até que encontrei muita gente dos IFs aqui, é até bom porque se tiver alguém do mesmo polo já se encontra e é mais uma no grupo de amizade.. ahsuahs Eu sou de Pernambuco, IFPE, Campus Recife. <3

/jess

Jess a gabi ainda ta aqui?

Está sim. Ela deve estar ocupada, porém morrendo de vontade de entrar aqui. kkkk Quem sabe esse final de semana ela apareça, não é?! 

/jess

One shot fodaaaaa, mulher tu arrasa dms
Anônimo

AAAAAAH, mais uma? :3 Valeu, valeu, valeu mesmo. Vocês que arrasam me mandando ask falando o que acharam. kkkkk

/jess

Hahahaa eu te levo sim!! Da um pulo aq e a gente vai juntas!! Caralhoooo q one shot lindooooo. To amando ele ♥♥♥♥ parabens jess dlç por mais um one shot show de bola, simples porem maravilhoso

Opa opa, to chegando. Tas na Bahêa ou no Rio? kkkkkkkkk Mas tu gostasse mesmo do 1s? *u* Muito obrigada Bru gostosa! <3 <3 Se você diz eu acredito. u-u

/jess

One Shot - Harry Styles
Pedido: "jess, pode fazer um imagine onde Harry é professor e ele se apaixona pela sua aluna, sn"
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-
E mais um dia letivo se inicia, entro às pressas na escola para fugir da chuva forte que apareceu enquanto eu ainda estava na estrada. Todo molhado, tento expulsar algumas gotas intactas em meu sobretudo preto e apoio minha mala em minha mão direita enquanto abro a porta da sala dos professores com a esquerda.
- Professor! – Ouço uma voz doce demais para ser masculina me chamar.
- Oh (s/n)! Diga. – Sorri parando para que ela pudesse se aproximar.
- Desculpe atrapalhar o senhor. – Riu sem graça pegando desajeitadamente seu caderno na bolsa.
- Sem problemas. Alguma dúvida? – Eu nunca me importei em tirar dúvidas dos meus alunos. Tanto no meio de trabalho, mesmo sem estar dando aula, quanto no meio externo.
- Sim. Esse assunto está me matando, passei duas horas lendo e relendo os modos de fazer, mas eu não consigo. Realmente Física não entra na minha cabeça. – Disse nervosa enquanto coçava a nuca.
- Não se preocupe e nem precisa ficar envergonhada. – Ri largando a mala e pegando o caderno de suas macias e delicadas mãos. As folhas eram perfumadas, perfume que só mulheres tinham. Muito maravilhoso, devo acrescentar. – Esse assunto é rápido e bem prático de aprender. Pode entrar aqui comigo e eu te explico. Algum problema pra você?
- Não! Claro que não! – Alertou. Estranhei. – Na verdade, eu não estaria te atrapalhando, professor?
- Aluno nunca atrapalha professor. – Pisquei o olho e vi-a sorrir sem vontade. Colocação sem graça, Harry&#8230; – Ou melhor, (s/n) nunca atrapalha Harry. – Agora a linda garota sorriu abertamente passando na minha frente para entrar na sala.
- Obrigada.
- Não agradeça. – Depositei a mala no sofá e por sorte não tinha ninguém na sala. Só assim eu poderia ter mais privacidade para explicá-la. (s/n) era daquele tipo de aluna que quando não entendia o assunto fazia de tudo para entendê-lo e tirava uma ótima nota na prova. Isso sempre me encantou nela e eu sempre tive vontade de demonstrar, mas eu achava que não seria conveniente. Até agora&#8230;
- Eu só não quero incomodar.
- Olha, eu vou te confessar uma coisa. – Ocupei uma das cadeiras da enorme mesa de reuniões e indiquei a do lado para que ela sentasse e assim fez. – Eu sempre te achei esforçada e inteligente. Existem poucas garotas como você nessa escola e isso&#8230; Bem&#8230; – Cocei a nuca. – Isso me encanta, me deixa fascinado na sua vontade de aprender e acredite, eu nunca negaria uma explicação pra nenhum aluno e muito menos se fosse você, como é o caso agora. – Abri seu caderno novamente e folheei-o até minha matéria. – Você é uma pessoa especial.
- Obrigada, profe&#8230;
- Harry. – Interrompi-a. – Pode me chamar de Harry.
- Obrigada&#8230; Harry. – Sorriu e abaixou a cabeça.
- Bem, essa parte aqui da equação está errada, mas também é só isso. O resto está correto. Você só errou o resultado por conta desse número. – Apontei para o papel e quando ela se aproximou para apagar o erro, meu celular tocou. – Um minuto.
- Claro. – Falou docemente e eu olhei o visor, era uma prima chata que sempre me chamava pra sair nas segundas.
- Oi. – Disse seco.
- Harry, querido. O que acha de irmos àquela boate hoje? Inauguraram uma bebida ótima que nem dá ressaca. Portanto, você nem tem desculpas para não ir, nada dessa história de escola no dia seguinte.
- Olha Susan, eu não quero ir. Dessa vez o motivo é falta de vontade. Você deveria se tocar que eu não quero sair contigo. – Esbravejei apertando o lápis que estava na mão. – Passar bem. – E desliguei o celular encarando uma (s/n) assustada. – Desculpe, não deveria dar esse show na sua frente.
- Tudo bem. Desculpe a intromissão, mas ela é alguma ficante?
- Não. Uma prima sem noção que desde a adolescência dá em cima de mim. Agora com 30 anos nós dois, ela decide virar uma moça de 16 novamente.
- Eu entendo. – Riu balançando a cabeça.
- Você passa por isso?
- Às vezes.
- Você namora?
- Não. E&#8230; Você?
- Também não. – Ri. – Mas está interessada em alguém?
- Sim, mas ele não me dá esperanças.
- Uh! Eu entendo como é isso.
- Está interessado em alguma mulher?
- Sim, mas ela também não me dá esperanças. Ela gosta de outro. – Um clima pesado se instalou entre nós e eu olhei rapidamente para o caderno. – De assunto escolar, acabou virando assunto pessoal.
- Pois é. – Falou séria. – Eu acho melhor continuarmos outro dia.
- Por quê? – Perguntei segurando seu braço assim que a vi levantar-se.
- Eu esqueci que tenho um compromisso.
- Mas a aula vai começar.
- Tenho que ir pra casa. Tchau, prof&#8230; Harry. – Apanhou sua mochila no sofá e saiu da sala às pressas. Permaneci sentado ainda sem entender o que havia acontecido. Será que ela percebeu que a mulher por quem eu disse que gostava era ela? Não quero nem imaginar!
Eu demorei tanto pra entender que o que eu sentia por (s/n) não era algo de professor e aluna. Eu gostava daquela garota como mulher. Uma atração que homem sente por mulher, afinal, ela já tinha seus 18 anos. Não era pecado nenhum. Fora que ela é um doce de pessoa, sempre desajeitada na maneira de agir e meiga no jeito de falar. Até que Jaden, o professor de Inglês, adentrou a sala me desejando bom dia.
- Bom dia pra você que está com cara de confuso. – Riu jogando uma almofada em mim.
- Bom dia pra você que tem cara de babaca desde que nasceu. – Jogou a almofada de volta nele.
- O que você fez para a pobre (s/a)? – Perguntou assustando-me e sentando no sofá onde repousava minha mala.
- Por que a pergunta?
- Ela saiu atordoada e me atropelou na porta. Perguntei o que houve e recebi um sorriso sem graça apenas.
- Eu não sei.
- Você contou pra ela?
- O quê?
- Que você é apaixonado por ela.
- Eu não sou apaixonado por ela. – Disse rápido. – Eu gosto, sinto atração por ela. Apenas.
- Tudo bem. Quero ver até quando você vai ficar nessa ilusão. – Balançou a cabeça negativamente enquanto bebia café.
(&#8230;)
Eu não via mais (s/n) desde que aquilo aconteceu. Na verdade eu não sabia o que fiz, muito menos o que ela havia pensado, o que aconteceu na cabeça dela. Aproximei-me da sala de aula em que ela pertencia e há dois dias ela não ia, mas hoje ela havia aparecido. Estava sentada no canto com um moletom cinza grande para seu tamanho e o capuz cobrindo parte de sua cabeça. Ela estava deitada com a cabeça para o lado observando seus amigos conversando animados, a mais quieta dali era ela. Isso apertou meu peito.
- Bom dia, turma. – Eu disse colocando minha mochila na mesa e pegando o piloto. – Vamos começar logo, pois hoje eu preciso sair mais cedo. Tudo bem?
- Sim! – Todos responderam juntos, alguns comemorando e outros ainda acordando sem saber o que estava acontecendo. (s/a) permaneceu na mesma posição.
- Algum problema, (s/n)?
- Não. – Respondeu sem me olhar.
- Podemos iniciar o conteúdo? – Perguntei suspirando e pegando o livro. – Abram na página 256.
As duas últimas aulas do dia, que foram as minhas, passaram se arrastando. Liberei todos vinte minutos antes e a única vez que vi (s/n) levantar-se foi pra sair de sala. Ela acabou ficando por último e eu iria deixá-la passar, mas um súbito instinto não me permitiu isso e eu peguei-a pelo braço e puxei-a para mim.
- Preciso falar contigo.
- Harry, eu tenho que ir.
- Não, não tem. – Soltei-a, mas antes certifiquei-me que ela ficaria próxima de mim e não iria embora. – O que aconteceu naquele dia? Por que saiu daquele jeito?
- Nada.
- Tem certeza?
- Tenho. Só isso?
- Só. – Respondi depois de um tempo pensando. Eu não podia cobrar nada dela. Quando ela se virou para sair, segurei seu braço e puxei-a novamente. – Espero que um dia você me conte o que se passa aqui. – Apontei pra sua cabeça e soltei-a.
Arrumei minhas coisas, frustrado. Peguei minha mochila e saí em direção ao pátio para que eu pudesse comer alguma coisa. Depois de fazer um breve lanche, juntei as coisas novamente e paguei a conta. Quando estava saindo, vi (s/n) encurralada nos armários e um cara bem próximo dela.
- Algum problema aí?- Perguntei com a voz firme e alta.
- Não professor. Nenhum! – O rapaz loiro disse assustado.
- (s/n)? – Dirigi a pergunta a ela para saber se estava tudo bem.
- T-tudo sim. – Sua resposta obviamente não me convenceu.
- Vamos. – Eu disse dando a mão para ela.
- O quê?
- Pra casa.
- Ela vai ficar comigo, professor.
- Tenho certeza que não. – Empurrei-o e saí levando (s/a) em meu encalço pelo braço. – O que ele queria? – Perguntei quando chegamos ao carro.
- Que eu fizesse&#8230; – Fechou os olhos e escondeu o rosto. Ela chorava.
- Não precisa continuar. – Não precisava de muito para que eu soubesse o que ele queria. Claro que eu vou informar isso à direção e esse imbecil vai levar notificação. – Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui. – Apertei-a em meus braços.
- Eu não quero ir pra casa. – Disse com a voz carregada.
- Tudo bem, vou te levar até a cafeteria aqui perto. – Falei ligando o carro. Rapidamente chegamos e fizemos nossos pedidos. – Pode me dizer o que houve?
- Você disse que não queria saber.
- Não estou falando exatamente disso. Fale daquele dia. – (s/n) suspirou e bebeu um gole de chocolate quente. – Pra mim é difícil dizer isso, Harry.
- Então deixa que eu começo. – Falei nervoso, eu precisava botar isso pra fora mesmo. – O que você pensou quando eu disse que estava gostando de uma mulher, realmente era verdade. É isso mesmo o que você acha.
- O quê? – Exaltou-se um pouco, mas logo ficou quieta. –Desculpe. Eu não tenho nada a ver se você gosta ou não da Mandie.
- Mandie? Oi?
- É dela que você está gostando.
- Não, não, não. – Apressei-me em negar. – Eu estou gostando de você. – Eu disse sem perceber e quando notei ela já estava com os olhos arregalados. – É isso mesmo, eu não consigo parar de pensar em você, eu faço os planos de aulas lembrando de você, dos assuntos que você mais gosta, dos que não gosta. Amo quando tenho aula na sua sala, quando chego pela manhã e te vejo com a cara ainda amassada porque chegou atrasada e não conseguiu se arrumar. Eu amo cada vez que você deixa o lápis cair no chão e se xinga por isso, eu amo quando você abre a embalagem de biscoito atraindo a atenção de todos no meio da aula, acho engraçado as caretas que você faz quando não entende o assunto. Cada detalhe seu me deixa mais preso e envolvido. – Terminei minha fala e (s/n) permaneceu calada. – Você não precisa responder. – Abaixei a cabeça encarando minha calça até que senti uma mão em meu maxilar.
- Naquele dia eu saí daquele jeito porque pensei que você falava da Mandie. – Mandie era uma garota fútil da sala de (s/n) que vivia tentando se promover com sua beleza, coisa que eu repudiava. – E&#8230; Eu já nutria algum sentimento por você. Confesso que fiquei com o Logan pra tentar esquecer isso, eu achava que apenas se tratava de coisa de uma jovem frustrada com a vida, mas não. O Logan não foi suficiente.
- E ainda te forçou hoje. – Falei de dentes cerrados.
- Eu escolhi mal, mas o que importa é que eu consegui dizer o que escondi desde quando você começou a me dar aulas. – Disse olhando em meus olhos. Sob aquele olhar profundo me senti invadido, com os sentimentos completamente expostos. Ela sabia que eu a amava. Sim, ela sabia de uma coisa que nem eu mesmo sabia.
- No começo eu pensei que fosse só atração, mas os dias que você ficou longe eu fiquei tão preocupado e agoniado que cheguei a pedir seu número para sua amiga, mas não tive coragem de ligar.
- Você não precisa dizer mais nada&#8230; – Ela disse serena com um breve sorriso no rosto. Nos olhamos por um tempo até que a vi erguer apenas uma sobrancelha. – Acho que agora é a hora que você me beija. – Surpreendi-me com sua ousadia que nunca havia expressado e ri. – Se você quiser, é clar&#8230; – Interrompi-a puxando sua nuca e tomando seus lábios para mim.
 O beijo dela era doce, mesmo após ter tomado um chocolate quente extremamente amargo. Sua boca possuía um calor confortante, sua língua tocava a minha apenas para me dar mais vontade de continuar a beijá-la, seus lábios eram de uma maciez saborosa e suas mãos de uma habilidade incrível em meus cabelos. Aquela mulher não existia, eu já me via viciado em seu beijo, me via chegando na escola louco para sentir isso novamente e atacá-la em um dos banheiros ou na sala dos professores. Esse beijo seria a partir dali um combustível para minha energia, um motivo para que eu levantasse da cama todos os dias. (s/n) seria o motivo de tudo o que eu fizesse, não importa se fosse besteira ou uma coisa extraordinária, ela seria o grande propósito.
- Temos muito o que conversar ainda. – Falei após o término do beijo.
 - Pode ter certeza&#8230; – Riu limpando seu batom espalhado pelos arredores da boca.  – Professor. – Sorriu debochada e eu fiz questão de beijá-la novamente. Minha doce, linda e inteligente aluna que eu faria questão que virasse namorada. Sem dúvida alguma.

One Shot - Harry Styles

Pedido: "jess, pode fazer um imagine onde Harry é professor e ele se apaixona pela sua aluna, sn"

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E mais um dia letivo se inicia, entro às pressas na escola para fugir da chuva forte que apareceu enquanto eu ainda estava na estrada. Todo molhado, tento expulsar algumas gotas intactas em meu sobretudo preto e apoio minha mala em minha mão direita enquanto abro a porta da sala dos professores com a esquerda.

- Professor! – Ouço uma voz doce demais para ser masculina me chamar.

- Oh (s/n)! Diga. – Sorri parando para que ela pudesse se aproximar.

- Desculpe atrapalhar o senhor. – Riu sem graça pegando desajeitadamente seu caderno na bolsa.

- Sem problemas. Alguma dúvida? – Eu nunca me importei em tirar dúvidas dos meus alunos. Tanto no meio de trabalho, mesmo sem estar dando aula, quanto no meio externo.

- Sim. Esse assunto está me matando, passei duas horas lendo e relendo os modos de fazer, mas eu não consigo. Realmente Física não entra na minha cabeça. – Disse nervosa enquanto coçava a nuca.

- Não se preocupe e nem precisa ficar envergonhada. – Ri largando a mala e pegando o caderno de suas macias e delicadas mãos. As folhas eram perfumadas, perfume que só mulheres tinham. Muito maravilhoso, devo acrescentar. – Esse assunto é rápido e bem prático de aprender. Pode entrar aqui comigo e eu te explico. Algum problema pra você?

- Não! Claro que não! – Alertou. Estranhei. – Na verdade, eu não estaria te atrapalhando, professor?

- Aluno nunca atrapalha professor. – Pisquei o olho e vi-a sorrir sem vontade. Colocação sem graça, Harry… – Ou melhor, (s/n) nunca atrapalha Harry. – Agora a linda garota sorriu abertamente passando na minha frente para entrar na sala.

- Obrigada.

- Não agradeça. – Depositei a mala no sofá e por sorte não tinha ninguém na sala. Só assim eu poderia ter mais privacidade para explicá-la. (s/n) era daquele tipo de aluna que quando não entendia o assunto fazia de tudo para entendê-lo e tirava uma ótima nota na prova. Isso sempre me encantou nela e eu sempre tive vontade de demonstrar, mas eu achava que não seria conveniente. Até agora…

- Eu só não quero incomodar.

- Olha, eu vou te confessar uma coisa. – Ocupei uma das cadeiras da enorme mesa de reuniões e indiquei a do lado para que ela sentasse e assim fez. – Eu sempre te achei esforçada e inteligente. Existem poucas garotas como você nessa escola e isso… Bem… – Cocei a nuca. – Isso me encanta, me deixa fascinado na sua vontade de aprender e acredite, eu nunca negaria uma explicação pra nenhum aluno e muito menos se fosse você, como é o caso agora. – Abri seu caderno novamente e folheei-o até minha matéria. – Você é uma pessoa especial.

- Obrigada, profe…

- Harry. – Interrompi-a. – Pode me chamar de Harry.

- Obrigada… Harry. – Sorriu e abaixou a cabeça.

- Bem, essa parte aqui da equação está errada, mas também é só isso. O resto está correto. Você só errou o resultado por conta desse número. – Apontei para o papel e quando ela se aproximou para apagar o erro, meu celular tocou. – Um minuto.

- Claro. – Falou docemente e eu olhei o visor, era uma prima chata que sempre me chamava pra sair nas segundas.

- Oi. – Disse seco.

- Harry, querido. O que acha de irmos àquela boate hoje? Inauguraram uma bebida ótima que nem dá ressaca. Portanto, você nem tem desculpas para não ir, nada dessa história de escola no dia seguinte.

- Olha Susan, eu não quero ir. Dessa vez o motivo é falta de vontade. Você deveria se tocar que eu não quero sair contigo. – Esbravejei apertando o lápis que estava na mão. – Passar bem. – E desliguei o celular encarando uma (s/n) assustada. – Desculpe, não deveria dar esse show na sua frente.

- Tudo bem. Desculpe a intromissão, mas ela é alguma ficante?

- Não. Uma prima sem noção que desde a adolescência dá em cima de mim. Agora com 30 anos nós dois, ela decide virar uma moça de 16 novamente.

- Eu entendo. – Riu balançando a cabeça.

- Você passa por isso?

- Às vezes.

- Você namora?

- Não. E… Você?

- Também não. – Ri. – Mas está interessada em alguém?

- Sim, mas ele não me dá esperanças.

- Uh! Eu entendo como é isso.

- Está interessado em alguma mulher?

- Sim, mas ela também não me dá esperanças. Ela gosta de outro. – Um clima pesado se instalou entre nós e eu olhei rapidamente para o caderno. – De assunto escolar, acabou virando assunto pessoal.

- Pois é. – Falou séria. – Eu acho melhor continuarmos outro dia.

- Por quê? – Perguntei segurando seu braço assim que a vi levantar-se.

- Eu esqueci que tenho um compromisso.

- Mas a aula vai começar.

- Tenho que ir pra casa. Tchau, prof… Harry. – Apanhou sua mochila no sofá e saiu da sala às pressas. Permaneci sentado ainda sem entender o que havia acontecido. Será que ela percebeu que a mulher por quem eu disse que gostava era ela? Não quero nem imaginar!

Eu demorei tanto pra entender que o que eu sentia por (s/n) não era algo de professor e aluna. Eu gostava daquela garota como mulher. Uma atração que homem sente por mulher, afinal, ela já tinha seus 18 anos. Não era pecado nenhum. Fora que ela é um doce de pessoa, sempre desajeitada na maneira de agir e meiga no jeito de falar. Até que Jaden, o professor de Inglês, adentrou a sala me desejando bom dia.

- Bom dia pra você que está com cara de confuso. – Riu jogando uma almofada em mim.

- Bom dia pra você que tem cara de babaca desde que nasceu. – Jogou a almofada de volta nele.

- O que você fez para a pobre (s/a)? – Perguntou assustando-me e sentando no sofá onde repousava minha mala.

- Por que a pergunta?

- Ela saiu atordoada e me atropelou na porta. Perguntei o que houve e recebi um sorriso sem graça apenas.

- Eu não sei.

- Você contou pra ela?

- O quê?

- Que você é apaixonado por ela.

- Eu não sou apaixonado por ela. – Disse rápido. – Eu gosto, sinto atração por ela. Apenas.

- Tudo bem. Quero ver até quando você vai ficar nessa ilusão. – Balançou a cabeça negativamente enquanto bebia café.

(…)

Eu não via mais (s/n) desde que aquilo aconteceu. Na verdade eu não sabia o que fiz, muito menos o que ela havia pensado, o que aconteceu na cabeça dela. Aproximei-me da sala de aula em que ela pertencia e há dois dias ela não ia, mas hoje ela havia aparecido. Estava sentada no canto com um moletom cinza grande para seu tamanho e o capuz cobrindo parte de sua cabeça. Ela estava deitada com a cabeça para o lado observando seus amigos conversando animados, a mais quieta dali era ela. Isso apertou meu peito.

- Bom dia, turma. – Eu disse colocando minha mochila na mesa e pegando o piloto. – Vamos começar logo, pois hoje eu preciso sair mais cedo. Tudo bem?

- Sim! – Todos responderam juntos, alguns comemorando e outros ainda acordando sem saber o que estava acontecendo. (s/a) permaneceu na mesma posição.

- Algum problema, (s/n)?

- Não. – Respondeu sem me olhar.

- Podemos iniciar o conteúdo? – Perguntei suspirando e pegando o livro. – Abram na página 256.

As duas últimas aulas do dia, que foram as minhas, passaram se arrastando. Liberei todos vinte minutos antes e a única vez que vi (s/n) levantar-se foi pra sair de sala. Ela acabou ficando por último e eu iria deixá-la passar, mas um súbito instinto não me permitiu isso e eu peguei-a pelo braço e puxei-a para mim.

- Preciso falar contigo.

- Harry, eu tenho que ir.

- Não, não tem. – Soltei-a, mas antes certifiquei-me que ela ficaria próxima de mim e não iria embora. – O que aconteceu naquele dia? Por que saiu daquele jeito?

- Nada.

- Tem certeza?

- Tenho. Só isso?

- Só. – Respondi depois de um tempo pensando. Eu não podia cobrar nada dela. Quando ela se virou para sair, segurei seu braço e puxei-a novamente. – Espero que um dia você me conte o que se passa aqui. – Apontei pra sua cabeça e soltei-a.

Arrumei minhas coisas, frustrado. Peguei minha mochila e saí em direção ao pátio para que eu pudesse comer alguma coisa. Depois de fazer um breve lanche, juntei as coisas novamente e paguei a conta. Quando estava saindo, vi (s/n) encurralada nos armários e um cara bem próximo dela.

- Algum problema aí?- Perguntei com a voz firme e alta.

- Não professor. Nenhum! – O rapaz loiro disse assustado.

- (s/n)? – Dirigi a pergunta a ela para saber se estava tudo bem.

- T-tudo sim. – Sua resposta obviamente não me convenceu.

- Vamos. – Eu disse dando a mão para ela.

- O quê?

- Pra casa.

- Ela vai ficar comigo, professor.

- Tenho certeza que não. – Empurrei-o e saí levando (s/a) em meu encalço pelo braço. – O que ele queria? – Perguntei quando chegamos ao carro.

- Que eu fizesse… – Fechou os olhos e escondeu o rosto. Ela chorava.

- Não precisa continuar. – Não precisava de muito para que eu soubesse o que ele queria. Claro que eu vou informar isso à direção e esse imbecil vai levar notificação. – Vai ficar tudo bem. Eu estou aqui. – Apertei-a em meus braços.

- Eu não quero ir pra casa. – Disse com a voz carregada.

- Tudo bem, vou te levar até a cafeteria aqui perto. – Falei ligando o carro. Rapidamente chegamos e fizemos nossos pedidos. – Pode me dizer o que houve?

- Você disse que não queria saber.

- Não estou falando exatamente disso. Fale daquele dia. – (s/n) suspirou e bebeu um gole de chocolate quente. – Pra mim é difícil dizer isso, Harry.

- Então deixa que eu começo. – Falei nervoso, eu precisava botar isso pra fora mesmo. – O que você pensou quando eu disse que estava gostando de uma mulher, realmente era verdade. É isso mesmo o que você acha.

- O quê? – Exaltou-se um pouco, mas logo ficou quieta. –Desculpe. Eu não tenho nada a ver se você gosta ou não da Mandie.

- Mandie? Oi?

- É dela que você está gostando.

- Não, não, não. – Apressei-me em negar. – Eu estou gostando de você. – Eu disse sem perceber e quando notei ela já estava com os olhos arregalados. – É isso mesmo, eu não consigo parar de pensar em você, eu faço os planos de aulas lembrando de você, dos assuntos que você mais gosta, dos que não gosta. Amo quando tenho aula na sua sala, quando chego pela manhã e te vejo com a cara ainda amassada porque chegou atrasada e não conseguiu se arrumar. Eu amo cada vez que você deixa o lápis cair no chão e se xinga por isso, eu amo quando você abre a embalagem de biscoito atraindo a atenção de todos no meio da aula, acho engraçado as caretas que você faz quando não entende o assunto. Cada detalhe seu me deixa mais preso e envolvido. – Terminei minha fala e (s/n) permaneceu calada. – Você não precisa responder. – Abaixei a cabeça encarando minha calça até que senti uma mão em meu maxilar.

- Naquele dia eu saí daquele jeito porque pensei que você falava da Mandie. – Mandie era uma garota fútil da sala de (s/n) que vivia tentando se promover com sua beleza, coisa que eu repudiava. – E… Eu já nutria algum sentimento por você. Confesso que fiquei com o Logan pra tentar esquecer isso, eu achava que apenas se tratava de coisa de uma jovem frustrada com a vida, mas não. O Logan não foi suficiente.

- E ainda te forçou hoje. – Falei de dentes cerrados.

- Eu escolhi mal, mas o que importa é que eu consegui dizer o que escondi desde quando você começou a me dar aulas. – Disse olhando em meus olhos. Sob aquele olhar profundo me senti invadido, com os sentimentos completamente expostos. Ela sabia que eu a amava. Sim, ela sabia de uma coisa que nem eu mesmo sabia.

- No começo eu pensei que fosse só atração, mas os dias que você ficou longe eu fiquei tão preocupado e agoniado que cheguei a pedir seu número para sua amiga, mas não tive coragem de ligar.

- Você não precisa dizer mais nada… – Ela disse serena com um breve sorriso no rosto. Nos olhamos por um tempo até que a vi erguer apenas uma sobrancelha. – Acho que agora é a hora que você me beija. – Surpreendi-me com sua ousadia que nunca havia expressado e ri. – Se você quiser, é clar… – Interrompi-a puxando sua nuca e tomando seus lábios para mim.

 O beijo dela era doce, mesmo após ter tomado um chocolate quente extremamente amargo. Sua boca possuía um calor confortante, sua língua tocava a minha apenas para me dar mais vontade de continuar a beijá-la, seus lábios eram de uma maciez saborosa e suas mãos de uma habilidade incrível em meus cabelos. Aquela mulher não existia, eu já me via viciado em seu beijo, me via chegando na escola louco para sentir isso novamente e atacá-la em um dos banheiros ou na sala dos professores. Esse beijo seria a partir dali um combustível para minha energia, um motivo para que eu levantasse da cama todos os dias. (s/n) seria o motivo de tudo o que eu fizesse, não importa se fosse besteira ou uma coisa extraordinária, ela seria o grande propósito.

- Temos muito o que conversar ainda. – Falei após o término do beijo.

- Pode ter certeza… – Riu limpando seu batom espalhado pelos arredores da boca.  – Professor. – Sorriu debochada e eu fiz questão de beijá-la novamente. Minha doce, linda e inteligente aluna que eu faria questão que virasse namorada. Sem dúvida alguma.

Chegou atrasada baby u.u o bolo ja acabou faz tempo!! Estou tendo vida social ativa hahahhahha ja fui convidada p/ um niver no mesmo local so q dessa vez é area vip e tenho uma social pra ir na casa do meu colega. Eu era mtooooo anti-social hahahhah

Quero meu bolo :’( faz outro. AAAAAAAAAH, me leva! Me leva! O máximo que to indo é no cinema com as meninas do colégio. kkkkk Quero party

/jess